TRAJETÓRIA DE REIMIVALDO RAMOS
REIMIVALDO RAMOS – Menino de poucas palavras que teve uma infância restrita, Reimivaldo foi privado de muitos sonhos e brincadeiras, pois desde pequeno a família precisou de sua ajuda. A necessidade fez com que a pequena criança amadurecesse cedo e adquirisse responsabilidade pelo sustento familiar. Reimivaldo sonhou um dia ser MÉDICO ou EMPRESÁRIO, cresceu alimentando esse sonho, não tropeçou em seu desejo de crescer profissionalmente, mantendo-se firme no propósito, rumo ao caminho almejado e atravessando o tempo e as dificuldades. Assim atingiu a maturidade. Não se tornou médico, mas sim EMPRESÁRIO.
Hoje, homem feito e preparado, com muitas conquistas, dentre as quais no Instituto Paulista, ADM e Destaque. Tornou-se gerente de uma empresa na área da saúde, ECONOMIC SAÚDE, além de ter exercido, de agosto de 2002 a agosto de 2004, o cargo de Diretor- -Presidente do Clube de Dirigentes Lojistas (CDL) esperancense depois de angariar a confiança dos empresários do município devido ao prestígio pelo trabalho realizado através de campanhas inteligentes integrando a comunidade, em contínuo desenvolvimento por ter a participação dos membros do clube e das famílias locais, criando assim um objetivo comum: disponibilizar ao município um comércio mais forte, participativo e dinâmico.
Nosso protagonista é alguém, como tantos outros exemplos, que acredita na vida como única, que deve ser vivida da melhor maneira na busca para atingir seus sonhos, especialmente quando em seu coração prevalece a humildade, procurando somar e formar uma grande parceria com as pessoas que o cercam, família, amigos, irmãos em Cristo e a população, objetivo indispensável para o desenvolvimento social em busca de sucesso empresarial e pessoal.
CONHECENDO MELHOR AS ETAPAS DA VIDA DE REIMIVALDO RAMOS
Em 14 de maio de 1969, nascia Reimivaldo Ramos, num lugarejo chamado Córrego do Engano, município de Boa Esperança (ES), filho de Izabel Ramos e Renaldo Ribeiro da Silva. Ambos vieram de família simples. Trabalhavam com todas as forças para conseguir criar com dificuldade o filho Reimivaldo Ramos, até que viessem mais filhos. Com idade aproximada de seis anos, a família de Reimivaldo Ramos tomou a iniciativa de ir em busca de melhores condições de vida, mudando assim para Córrego do Perdido, município de São Mateus. Lá os pais trabalhariam nas terras de seus avós.
Na época as coisas eram muito difíceis, mas com muita persistência e dedicação ao trabalho eles começaram a melhorar. Como todos sempre enfrentaram muitos obstáculos na vida, não desistiram de lutar e aos poucos foram superando as dificuldades.
Com o passar do tempo tiveram que se mudar novamente, mas dessa vez foi diferente: a situação financeira não estava muito boa e eles demoraram um pouco a reconstituí-la. Na época amigos os acolheram. Os pais trabalhavam com o objetivo de comprar um terreno situado no Córrego Cinco Voltas, município de Boa Esperança (ES).
Quando Reimivaldo Ramos tinha oito anos, seus pais conseguiram realizar o maior desejo de suas vidas: comprar um terreno. O filho começou a estudar em Cinco Voltas. Sua primeira professora chamava-se Virgínia Cardoso Sales, a qual sempre o elogiou por suas atitudes e comportamento na sala de aula. Estudava pela manhã, à tarde fazia os trabalhos e montava brincadeiras em que olhava os irmãos menores para que seus pais pudessem trabalhar. Gostava muito de brincar de médico e de comércio, alimentando seu sonho com determinação.
COMO TUDO COMEÇOU
Entre seis e sete anos Lembro-me muito: com idade entre seis e sete anos, eu tinha o costume de brincar de comércio com meus irmãos e colegas. Montava lindos pontos de vendas feitos com a casca do tronco das bananeiras para dizer que eram estabelecimentos comerciais. Recordo-me também que na época existia o Mobral, um ensino para pessoas que se encontravam em atraso na vida escolar. Alguns vizinhos participavam desse estudo e me davam as revistas defasadas, que não usavam mais. Nelas havia figuras de notas de dinheiro que eu recortava, parte delas colocava no caixa e a outra parte dividia com meus irmãos e colegas para brincar de comprar e vender. Acredito que foi nessas brincadeiras que o grande desejo de ser vendedor nasceu em meu coração.
COM OITO ANOS
Foi com essa idade que comecei a vender. Lembro- -me de que andei alguns quilômetros para buscar dois cocos secos na casa de um amigo de meus pais. Eles não me cobraram pelos frutos. Chegando em casa, meu pai descascou os cocos e minha mãe fez algumas cocadas. No domingo haveria campeonato de futebol próximo à igreja que frequentávamos. Coloquei as cocadas em uma lata de alumínio e pedi a minha mãe uma toalha que fosse branca para colocar sobre a lata (no meu pensamento infantil, essa toalhinha representaria cuidado e higiene com as cocadas). Após a celebração da missa, de imediato fui para o campo, onde os jogadores se preparavam para iniciar o jogo e muitas pessoas esperavam para assistir ao jogo. Não demorou muito para vender todas as cocadas. Foi um sucesso!
COM NOVE ANOS
Na época da colheita de feijão, tinha o costume de acompanhar as pessoas que estavam batendo o feijão. Sempre ficavam muitos grãos espalhados na beira do terreiro, que o dono me autorizava a catar. Após conseguir certa quantidade de feijão, eu partia para a feira para vender o que tinha juntado. Muitas vezes conseguia comprar roupas e sapatos com o lucro desse trabalho. Interessante ressaltar que, enquanto catava os grãos, minha mente focava em como venderia o que recolhi, qual estratégia usar.
COM DEZ ANOS
Nessa idade, catava maxixe para vender na feira. Na primeira vez não fui muito bem: vendi apenas duas dúzias e precisei distribuir o restante do saco quase cheio que havia levado para quem quisesse, sem cobrar um centavo. Não desisti, porém. Na semana seguinte, levei mais maxixe e dessa vez foi diferente: vendi todos.

COM ONZE ANOS
Conseguiu o primeiro trabalho fixo em um alambique localizado em Cinco Voltas, onde fazia serviços gerais: cortava cana no campo e tinha a responsabilidade de lavar os litros (ou garrafas) que a empresa comprava. Era costume a criançada juntar litros de bebidas vazios para vender no comércio, sendo esse tipo de venda muito rentável. Mesmo prestando serviço diretamente lá, Reimivaldo conseguia adquirir algumas garrafas com os vizinhos para também vendê-las para a empresa.
RESPONSABILIDADE NA FAMÍLIA
Mas logo outro imprevisto surgiu: um trágico acidente aconteceu com Renaldo, pai de Reimivaldo Ramos, que juntamente com os irmãos ficou órfão. A mãe, Izabel, sem o esposo, teve que trabalhar arduamente para conseguir criar os cinco filhos.

Trabalhou por três anos na BAHIA SUL, Itabatã (BA), onde entrou como servente e chegou a ser promovido a auxiliar de segurança do trabalho devido à preocupação que tinha com os colegas. Trabalhou também por seis anos na FARMÁCIA E DROGARIA BRASIL, cujo proprietário era o Sr. ADILSON CAMARA, onde conquistou grandes amizades e passou a enxergar com outros olhos a necessidade de cada pessoa do município, o que o tornou ainda mais generoso e humilde para com todos. Passada essa fase de sua vida, ele partiu para a empresa ECONOMIC SAÚDE.

Reimivaldo Ramos sempre fez seu trabalho com muito orgulho, dignidade, transparência e sempre procurou valorizar o trabalho que Deus lhe confiou. Aceitou a responsabilidade de ajudar a família com muito amor e dedicação, tendo consciência de que todo o esforço em ajudar a mãe a cuidar da casa e de seus irmãos o fez ser cada dia mais transparente e íntegro.

PARTICIPAÇÃO SOCIAL
Para ele, seu maior orgulho é ter o carinho e a estima da população de Boa Esperança e cidades vizinhas. Sente-se valorizado por suas atitudes e criatividade perante a população, pois sempre procurou estar presente na vida de todos que o cercam, tanto nos momentos festivos e culturais da cidade quanto nos momentos de necessidades individuais de seus amigos.
AGRADECIMENTOS
Devido a todas as conquistas no meio social e profissional, Reimivaldo Ramos agradece em especial a DEUS pelas bênçãos recebidas. Agradece também com muito carinho e respeito a sua mãe Izabel Ramos, pela educação e dedicação que teve na criação dos filhos, e a todos os familiares e amigos que sempre o apoiaram e apoiam na caminhada.
Acredito que a leitura é uma das ferramentas mais poderosas para mudar destinos, desenvolver líderes e construir um futuro melhor.
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Despertando para Vencer é mais que um livro — é um chamado à superação, à coragem e ao despertar do nosso verdadeiro potencial. Cada página me tocou de forma profunda, impulsionando meu crescimento profissional, meu desempenho no esporte e, acima de tudo, meu desenvolvimento pessoal. É uma leitura transformadora pra quem quer vencer de dentro pra fora. Super recomendo essa obra incrível do autor Reimivaldo Ramos!
Leitora
Conhecimento é o pilar para chegar ao sucesso, ninguém chega a vitória sem passar por experiências e transformações. "DESPERTANDO PARA VENCER" traz motivação, aprendizado e, principalmente, uma história feita de determinação em busca de realizações e conquistas. Lendo o livro eu viajei nas histórias de vida de Reimivaldo Ramos e despertei , através do conhecimento que o livro me trouxe, uma gama maior para não desistir dos meus objetivos e do que tanto almejo.
Leitora
Impactou minha vida e me ajudou a enxergar novas possibilidades para o futuro.